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DO SCARPIN À SAPATILHA O QUE MUDOU

 

Aqui na Infinity Shoes iremos abordar a sapatilha e o scarpin, dupla infalível, que são aliadas no mundo contemporâneo.

O símbolo de poder do salto alto sempre foi além da incontestável aparência de elegância que dá ao look.

Isso porque no salto alto está todo um imaginário, que evoca sentimentos, sensações, além de mexer com a imaginação. Os saltos transportam para um mundo que não é o real – e essas fugas são importantes no dia a dia, de alguma forma.

Já a sapatilha, para as mulheres urbanas, que se locomovem para vários lugares – casa, trabalho, cursos, compromissos com amigos ou filhos – e faz tudo isso sem carro, por exemplo, a sapatilha tornou-se a melhor amiga. Salto alto? Só para eventos formais ou festas e olhe lá!

Salto alto versus sapatilha já foi uma disputa, mas deixou de ser, e os dois tipos, hoje, tornaram-se aliados.

A verdade é que tanto a sapatilha quanto o scarpin não deixam de servir de igual modo à mulher moderna. A única diferença é que essa mulher não depende mais do salto alto para se autoafirmar, por exemplo. Baixinhas sabem bem disso, um recurso natural – e justificável – de se impor.

O salto alto também representou um dia poder econômico. Durante muito tempo na história, a patroa era quem usava salto alto durante o dia, mesmo em casa, enquanto os subordinados, não. O scarpin tinha também essa função de destacar realidades econômicas e sociais, e até políticas.

Coco Chanel libertou a mulher de sua época dos espartilhos – e sem abrir mão da elegância – quem aliviou os pés das mulheres? O cinema.

O cinema salvou as mulheres que não apreciavam tanto assim se equilibrar em finos alicerces dando outra opção muito mais cômoda.

Por isso que quando o assunto é glamour, e não importa o tamanho do salto, vale trazer à lembrança os clássicos filmes E Deus criou a mulher, estrelado por Brigitte Bardot; e Bonequinha de Luxo e Cinderela em Paris, com a eterna rainha do estilo minimalista, Audrey Hepburn. As duas musas levaram às telas as sapatilhas e desmistificaram o uso restrito do salto alto para compor uma imagem refinada, ou mesmo sedutora.

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